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Seminário do Grupo de Trabalho sobre Violência Doméstica apresenta balanço de 2018

Debates abordaram luta do Judiciário em prol das vítimas.         O último seminário do Grupo de Trabalho sobre Violência Doméstica (GT-VID) em 2018 foi realizado ontem (4), na Sala do Servidor do Fórum João Mendes Júnior, sob coordenação da juíza assessora da Corregedoria Geral da Justiça Maria Domitila Prado Manssur. O evento contou com a presença de cerca de 50 funcionários e teve 146 acessos online e foi uma realização da Escola Judicial dos Servidores (EJUS), em parceria com a Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) e Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ).         O desembargador Reinaldo Cintra Torres de Carvalho abriu os debates e foi seguido pelos demais membros da mesa, que apresentaram uma síntese dos quatro eixos trabalhados ao longo do ano: “Aspectos psicossociais e jurídicos da violência doméstica e familiar contra a mulher”, “Gênero, racismo e violência de gênero”, “Desafios atuais das redes de enfrentamento da violência doméstica” e “Violência de gênero contra crianças e adolescentes”.         As palestras apresentaram conclusões e discussões sobre as atividades desenvolvidas nas varas, abordando temas persos, como politicas públicas voltadas à violência sexual contra crianças e adolescentes, articulação entre os serviços de apoio à mulher, qualificação dos profissionais que prestam atendimento às vítimas, sistema integrado da Justiça e fluxo de informações entre as varas. A juíza Maria Domitila Prado Manssur comentou a fala de cada palestrante e disse que a meta é sempre tentar reconhecer as situações, encontrar soluções e lutar pela aplicação de melhorias.         A juíza da 2ª Vara Criminal de Santo André e integrante da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário (Comesp), Teresa Cristina Cabral Santana, disse estar muito satisfeita com toda a discussão. “Achei impressionantes as abordagens. Fico honrada em fazer parte de um Judiciário que tem pessoas como vocês, que estão com toda essa intenção de promover um trabalho qualificado, profundo e concreto. Espero que consigamos, efetivamente, promover mudanças na nossa sociedade, que tanto precisa reduzir os conflitos e a violência. Vocês são parte imprescindível nessa modificação”, concluiu.         Também compuseram a mesa as psicólogas Lucia Helena Rodrigues Zanetta e Ligia Pagliuso e as assistentes sociais Fátima de Almeida Freitas, Maria de Fátima de Jesus Agostinho Ferreira e Tatiana Regina de Almeida. Psicólogas e assistentes sociais também levaram às magistradas presentes propostas advindas da observação no dia a dia.                  imprensatj@tjsp.jus.br
05/12/2018 (00:00)
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